As atividades do FNDE em Ribeirão funcionam de uma forma um tanto o quanto relevante, pois existem métodos que dão ênfase as metáforas da educação. Mesmo com todas as exigências mantidas pelo Pnae no que diz respeito às verbas e o seu destino dentro da educação.
Foi bastante valoroso o aprendizado alcançado no decorrer deste curso, no entanto não foi totalmente proveitoso pelo fato de não termos acesso as prestações de contas de nosso município, e esse período nos proporcionou um vasto conhecimento a respeito do assunto.
A função desenvolvida dentro da educação, como alguns outros colegas não é diretamente ligada com a alimentação escolar, mas também não deixa de ser uma ligação indireta pois dentro da sala de aula é notável a responsabilidade do professor na fiscalização da alimentação oferecida para seus alunos.
Com os temas estudados foi possível observar que todas as ações executadas dentro da escola têm por objetivo proporcionar os melhores padrões e padrões de altíssima qualidade para que possam ser desenvolvidas exatamente as habilidades onde as crianças possam melhorar seu desempenho educacional.
De um jeito muito simples foi desenvolvido um programa que ajude as escolas a defender a integridade física do aluno diante das necessidades nutricionais de cada aluno que freqüenta diariamente a escola como forma de fugir da fome e da desnutrição em nossa cidade.
A participação das famílias dentro desta perspectiva se faz de estrema necessidade e tem um grande valor quando é demonstrada ou apresentada a proposta da agricultura familiar, onde se desenvolvem projetos de puro interesse de pais, professores, alunos e sociedade na realização do Pnae. Estando assim totalmente apta a desempenhar o papel de executor do Programa Nacional de Alimentação Escolar no município de Ribeirão, que entre tantas outras coisas demonstra o seu poder de organização administrativa que promove com grande êxito a propagação dos programas que são destinados a Alimentação Escolar em Ribeirão.
Foram elaboradas algumas diretrizes para o bom desenvolvimento das crianças na sua fase escolar. Visto que as necessidades gerais de nossas crianças são de estrema importância para o Pnae na busca desta legalidade social de cada modalidade de ensino.
Embora seja muito esperado o bom funcionamento das políticas públicas que regem as escolas e o manuseamento da alimentação, é pouco fiscalizada, gerando assim alguns problemas de fundo administrativo trazendo por conta de vários preceitos a idéia errada de que não há órgão responsável pela regulamentação da merenda.
É possível verificar que a legislação que defere artigos onde se faz necessário envolvimento e a participação da comunidade dentro do âmbito escolar com a: produção agrícola familiar que traz grandes benefícios para uma boa alimentação fora da escola pois o Pnae garante para todas as crianças que freqüentam a escola esse contato direto, periódico e importante com a alimentação previsto na constituição Federal de 1988, que obriga os estados e municípios a oferecer recursos destinados para o fim do cumprimento desta lei, que é repassado aos estados e municípios pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, que se destina a atender principalmente a educação básica pública, às escolas que atendem os alunos de ares especiais e de áreas indígenas ou remanescentes.
O Pnae, foi criado para sanar um histórico problema enfrentado pelas crianças do nosso país de passar fome e viver à beira da desnutrição em plena década de 50, com o apoio do Fundo Internacional de Socorro à Infância (FISI), que hoje é conhecido como Fundo da Nações Unidas para a Infância (UNICEF)
Uma das partes mais interessantes que foi descoberto neste estudo foi o fato de que a alimentação escolar tem como objetivo dar uma diretriz para o aprendizado de uma boa alimentação e cultivo de bons hábitos alimentares, quando antes o que se pensava era que o único objetivo da merenda escolar era apenas saciar a fome sentida pelos pequenos.
Um dos principais problemas do nosso município é exatamente proporcionar esse bom exemplo, o de se alimentar corretamente, hoje não se ver nas escolas municipais a inserção de frutas, verduras e legumes na merenda, os alimentos que tem destaque nos pratos de nossos alunos são biscoitos e enlatados por causa da aceitação pelo paladar infantil que não tem ainda esse discernimento do que faz ou não o bem necessário para o nosso organismo, e os gestores das escolas por medo de que haja sobra ou desperdícios preferem adotar a alimentação “conveniente” para os alunos e esquecem o princípio básico do Pnae que é o de atender as necessidades físicas e nutricionais dos educandos.O que se espera de uma boa gestão é a orientação necessária para os manuseadores da alimentação escolar, dos pais, professores e gestores tal qual também uma boa fiscalização para que se cumpram os direitos dos alunos. Uma boa alimentação, de qualidade e valor nutricional necessário é dever de todos. O convite para a comunidade participar desta atividade é de fundamental importância para o desenvolvimento desta prática e da aplicação dos preceitos previstos na legislação.
Resumo do Relatório Final de Curso, realizado por Sandra Santos da Silva Araújo, entregue a tutora presencial do Curso Formação pela escola, Valéria Conegundes, referente ao módulo Pnae.
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